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Património Artístico no Alentejo do Mármore – Escultura ao Romano

O preço original era: 25,44 €.O preço atual é: 22,90 €.

O livro “Património Artístico no Alentejo do Mármore − Escultura ao romano”, do historiador de arte Francisco Bilou, constitui uma das mais importantes contribuições saídas nos últimos anos no campo desta disciplina e será, sem dúvida, uma obra de referência incontornável para as novas gerações de estudiosos e investigadores. O enfoque realizado sobre a produção artística do mármore extraído das pedreiras do Sul durante o reinado de D. João III não estava feito (pesem pontuais contribuições) e permite agora analisar e avaliar em novos moldes o vasto património lavrado nesse material, segundo um enfoque que parte do olhar micro-artístico para atingir a visão globalizante.
A solidez da metodologia, assente na pesquisa de arquivo, no levantamento de campo, no estudo das obras e no comparativismo técnico-estilístico, não estranha vinda de um autor que nos habituou, em muitos trabalhos anteriores, a seguir com rigor militante esse modus operandi.

[Vitor Serrão (Historiador de Arte, Prof. Catedrático Emérito da Universidade de Lisboa)]

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Os três mestres escultores a trabalhar no território do mármore – Nicolau Chanterene, Francisco Lorete e Pero Gomes – são o bom exemplo dessa prática interdisciplinar, eclética na escala e na matéria, que radica grandemente na competência do desenho e na perícia do entalhe da pedra e da madeira. De resto, esta tríade de artistas, expressando a sua arte no mármore estatuário de Estremoz, matéria, ela própria, sinónimo de romanidade, foi a responsável pelo singular conjunto de obras aqui estudadas, distribuídas pela geografia alentejana do mármore.

Francisco Bilou (Évora, 1960). É licenciado em História, Ramo Património Cultural (1999) e Mestre em Arqueologia & Ambiente (2009), ambos os graus académicos pela Universidade de Évora, e Doutorado em História da Arte pela Universidade de Coimbra (2024).
Depois de uma década ligada ao desenho gráfico e artístico nos quadros técnicos da Câmara Municipal de Évora, passou à carreira de técnico superior (1999) nas áreas da Educação, Património, Cultura e Turismo, exercendo nesta última área o cargo de chefe de divisão entre 2004 e 2010. Foi técnico superior no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo de 2019 a 2023, onde comissariou a exposição sobre Dordio Gomes, Inéditos de um pintor na Intimidade (CITA, 2021).
É atualmente técnico superior da Câmara Municipal de Évora na área do Património e Cultura e dedica o seu tempo livre à investigação histórica, sobretudo à História da Arte do Renascimento, que concilia com a sua atividade e primeira formação profissional na área da ilustração, desenho artístico e pintura. É autor de vários livros sobre o património cultural alentejano, em particular o de Évora, e publica regularmente artigos científicos em revistas temáticas e generalistas, locais, nacionais e estrangeiras..

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