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Em Abril Estórias Mil – Da Ditadura à Liberdade

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AUTOR:

JAIME FERNANDES nasceu no concelho de Santarém e reside na Ericeira. É licen­ciado em Geografia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi documentalista nos jornais A Capital e Diário de Notícias. Leccionou no en­sino básico e secundário. É autor dos romances Os Canhões de Santarém que Floriram em Lisboa e Voando sobre um Vulcão. Participa, desde os anos 80, no Movimento Internacional para uma Nova Museologia. Participou nas cam­panhas eleitorais pela Oposição Demo­crática, integrado nas CDEs do Distrito de Santarém, em 1969, e do Distrito de Lisboa, em 1973. Participou ainda nos Encontros Nacionais da Oposição De­mocrática, em representação do Distri­to de Santarém, nomeadamente em S. Pedro de Moel, Leiria e Lisboa. Quando cumpria o serviço militar foi preso pela polícia política, julgado no Tribunal Ple­nário e condenado a 22 meses de ca­deia, que cumpriu no Forte de Caxias, na Fortaleza de Peniche e no Presídio Militar de Santarém. Terminou o serviço militar na 1.ª Companhia Disciplinar de Penamacor. Viria a ser novamente preso pela polícia política, no Forte de Caxias, de onde seria libertado pelo Movimen­to das Forças Armadas no dia 27 de Abril de 1974.

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REF: 9789895663828 Categorias: , ,

SINOPSE

São estórias que um avô vai contando à neta, focadas no 25 de Abril de 1974. O espaço geo­gráfico central é Santarém, cidade que é abordada em vários aspectos: geografia, património, história e cultura. É caracterizada a vida miserável numa aldeia próxima de Santarém. São evidenciados: a activi­dade política da Oposição Democrática, durante a ditadura, bem como o ambiente cultural em que se movimentava; as campanhas eleitorais da CDE (Comissão Democrática Eleitoral), em 1969 e em 1973; as manifestações do 1.º de Maio, em Lisboa, nos anos de 1973 e 1974; as características do regi­me ditatorial; o drama da Guerra Colonial com que a juventude se confrontava; as prisões efectuadas pela polícia política, assim como os interrogatórios e as torturas; a vida dos presos políticos nas cadeias dos Fortes de Caxias e de Peniche, bem como no Presídio Militar de Santarém; as operações militares do 25 de Abril, evidenciando o desempenho da Escola Prática de Cavalaria de Santarém; a liberta­ção dos presos políticos, em 27 de Abril de 1974; e o início do processo revolucionário.

*  *  *

A censura era uma canga sobre as men­tes. A Guerra Colonial era a agonia de séculos de colonialismo. O país era con­denado em todas as instâncias. O isola­mento afastava-o do Mundo. A guerra era uma carga demasiado pesada para um pequeno país. Engolia boa parte do orçamento, necessária para o bem­-estar do povo.

Agudizava-se a crise económica e social. As dificuldades políticas eram impará­veis. O regime não tinha soluções. En­curralara-se num beco. Fechara todas as portas. Caminhava inexoravelmente para o fim.

Acossado, intensificava a repressão. A sanha da polícia política redobrava. Multiplicavam-se as prisões e as proi­bições. Os presos políticos sofriam torturas horríveis.

Peso 0,250 kg
Dimensões (C x L x A) 15 × 21 cm

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