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A Noite que Mudou a Revolução de Abril

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CARLOS DE ALMADA CONTREIRAS nasceu em Aljustrel, em 1941, tendo feito grande parte do seu percurso de vida na Marinha de Guerra Portuguesa. É Capitão-de- Mar-e-Guerra, na situação de Reforma. Dirige a colecção “Memórias de Guerra e Revolução” editando obras que procuram estudar e clarificar a memória histórica da Revolução de Abril de 1974. Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.

VASCO CORREIA LOURENÇO nasceu em 19 de Junho de 1942, em Lousa, Castelo Branco. Integrando desde o início o Movimento dos Capitães, coordenou a organização da sua primeira reunião em 9 de Setembro de 1973, vindo a pertencer à sua Comissão Coordenadora e à sua Direcção. Único oficial que pertenceu sempre aos órgãos de cúpula do Movimento dos Capitães (CC e Dir.) e do MFA (CCPMFA, CE, C20 e CR). Das várias condecorações que possui, destacam-se a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade e a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique. ■ Presidente da Direcção da Associação 25 de Abril, desde a sua fundação em Outubro de 1982. ■ Coronel na Reforma.

JACINTO GODINHO é jornalista dos quadros da RTP (Rádio e Televisão de Portugal) desde 1988. Como repórter especial fez vários trabalhos de investigação premiados. Produziu e realizou várias séries documentais. Doutorado em Ciências da Comunicação pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa. É professor auxiliar do Departamento de Ciências da Comunicação, da UNL onde lecciona desde 1993. Publicou os livros As origens da reportagem – Imprensa (2009) e As origens da reportagem – Televisão (2011).

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Tenha-se sempre presente que a Assembleia de 11 de Março de 1975 se realizou poucas horas depois de ter ocorrido um ataque armado violento, com meios aéreos e terrestres, contra uma Unidade à qual pertenciam militares participantes nessa mesma Assembleia. Mas, e tal é liminarmente claro na gravação, uma ou outra intervenção mais emocionada ou desabrida, ou até apelo a retaliação violenta sobre os chefes golpistas, fruto da situação recém-vivida, não tiveram qualquer eco no coletivo e nas decisões tomadas, bem pelo contrário, nem consequências, nem ecos externos imediatos.

[CARLOS DE ALMADA CONTREIRAS]

Em 25 de Abril de 1974, os Capitães de Abril prometeram aos portugueses um novo Portugal. (…)
Gostaríamos de recordar apenas as boas – onde a aprovação da Constituição da República em 2 de Abril de 1976, depois das primeiras eleições livres (Assembleia Constituinte) em 25 de Abril de 1975, ocupa lugar cimeiro – mas, para que os erros no passado nos ajudem a construir um futuro melhor, não podemos ignorar os acontecimentos que poderiam mesmo ter inviabilizado a consumação do projeto de Abril.

[VASCO LOURENÇO]

A transcrição das gravações permite desfazer alguns equívocos, boatos e falsidades sobre o que efectivamente se passou na Assembleia. (…)
Este é um momento importante da história da Revolução de Abril, já que uma parte, ainda que bastante minoritária da Assembleia, procurou radicalizar a revolução, aproveitando a vitória em dia de golpe militar, levando-a para um regime de terror e possivelmente para uma guerra civil. Essa possibilidade foi tratada num momento-chave em que o poder (Presidente da República, JSN, Governo e Coordenadora) se expôs directamente, corpo a corpo, a uma assembleia bastante numerosa, onde estavam presentes as mais variadas tendências políticas, com soldados armados na sala e muitos nervos à flor da pele. Por estas circunstâncias já seria histórica esta Assembleia, o que aumenta o valor documental da gravação que a registou.

[JACINTO GODINHO]

Peso 0,45 kg
Dimensões (C x L x A) 16 × 23 cm

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