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Tratado da Cidade de Portalegre

O preço original era: 15,00 €.O preço atual é: 13,50 €.

O nosso tratadista começa a obra referindo as origens de Portalegre e do seu nome – porto alegre e também por vezes porto triste; depois, sobre a cidade e arredores, refere o sistema de abastecimento de água, os seus bispos e conventos, mas também a descrição das obras da Sé: artistas que nela trabalharam, tesouros e benfeitores – e mesmo a proveniência dos riquíssimos paramentos que terão sido comprados a ladrões que os trouxeram de Inglaterra.

Mais curiosos apontamentos nos dá ainda o nosso escritor: a disputa havida entre os frades franciscanos e os jesuítas por causa de uma imagem de S. Francisco colocada na porta de Alegrete, tendo sido o bispo D. Diogo Correia atacado a varapaus por mulheres que viviam no corro; a guerra travada entre as gentes de Portalegre e as gentes do Crato, por causa dos bois que pastavam onde não deviam; o perdão dado a uma mulher adúltera, já subindo à forca; ou as grandes festas com touradas, procissões, canas e luminárias que houve na cidade, por ocasião do nascimento do príncipe, filho de Filipe III.

Número de páginas: 154
1.ª edição: Maio de 2026

REF: 9789895666171 Categorias: ,

Autor: Diogo Pereira Sotto Maior, nascido de boa família em meados do século XVI, na freguesia de Alegrete, no monte dos Muachos, passou os primeiros anos em Portalegre, em cuja Sé foi “minino de coro”. Terá estudado em Alcalá, ou Salamanca. Regressado a tempo inteiro à região que o viu nascer e crescer, começou a sua atividade pastoral no monte dos Galegos, em Marvão, e rumou à cidade servindo a Sé, onde ocupou os cargos de maior confiança e donde nunca mais se afastou.

Algures, debaixo do respetivo lajeado, está sepultado. Acompanhou os primeiros bispos da diocese. É precisamente a pedido de D. Rodrigo da Cunha, que o padre Diogo Sotto Maior dá volta aos seus cadernos e cartapácios para redigir “o livro” a que chamou Tratado da cidade de Portalegre.

Introdução e notas: Leonel Cardoso Martins nasceu no concelho de Proença-a-Nova em 1938 e morreu em Portalegre em 2020, cidade que o acolheu e que considerava como sua. Licenciou-se em Filologia Clássica pela Universidade de Coimbra, depois de estudos como seminarista em Alcains.

Professor no Externato Diogo Mendes de Vasconcelos, em Alter do Chão, na Figueira da Foz e na escola Secundária Nuno Álvares, em Castelo Branco. Em Portalegre, exerceu no Colégio de Santo António, na Secundária Mouzinho da Silveira, no Magistério Primário e na Escola Superior de Educação. Professor de Português e de Literatura Portuguesa, era fluente em Latim, Grego e Português antigo. Foi ainda professor de Pedagogia.

Casado com a também professora Maria de Lurdes Cordas Marmelo Cardoso Martins, tiveram três filhos: Isabel, Rui e Margarida, aos quais quiseram passar o amor pelo Alentejo, o respeito pela cultura local e pelo trabalho.
Destacou-se por um firme empenhamento cívico e social, integrou várias instituições, entre as quais a Associação de Solidariedade Social dos Professores.

A edição anotada do Tratado da cidade de Portalegre (1.a edição na Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1984) tomou-lhe longos meses de estudo e de escrita, com base no manuscrito original de Diogo Pereira Sotto Mayor (1619).

Peso 0,250 kg
Dimensões (C x L x A) 0,8 × 16 × 23 cm

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